Histórico do veículo é fundamental na hora da compra

A venda de veículos seminovos e usados no Brasil segue em ascensão. Dados divulgados no início de março pela Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores (FENAUTO) apontam que fevereiro registrou um crescimento de 4,4% com relação ao mesmo período do ano passado. Ainda segundo a instituição, a maior procura foi por modelos com nove anos ou mais de uso.

Só que antes de fechar o negócio é fundamental ter alguns cuidados, como o de pesquisar o histórico do modelo. O procedimento pode evitar problemas futuros, como o impedimento de realização do seguro e a redução do preço na tabela.

As consequências de uma compra arriscada ao consumidor podem ser tanto financeiras quanto práticas, como a redução em até 50% do preço na tabela FIPE na hora de revender e o impedimento da realização do seguro nos casos de veículos que já tenham sido ofertados em leilão.

Para Bárbara Siqueira, da Olho no Carro, o investimento a ser feito em uma consulta é pequeno perto da segurança proporcionada. Consultas que custam menos de R$ 40 podem evitar, por exemplo, a aquisição de modelos que custam a partir de R$ 15 mil e que possam ter registros de leilão, sinistros e outras informações que até mesmo podem impedir a compra do bem.

“A verificação oferecida por uma empresa especializada é muito mais ampla, pois traz ao interessado na compra de um veículo informações além das que constam nas consultas gratuitas do DETRAN, que servem apenas para validar as restrições. Ela também evita armadilhas comuns que podem vir com um seminovo ou usado, como irregularidades encontradas no chassi e indício de sinistro”, finaliza.

 

Antonio Puga

Antonio Puga

Antonio Puga é jornalista, especializado no setor automotivo

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